Nesse final de ano, com sentimentos de carinho e afeto saindo pelos poros das pessoas, eu resolvi buscar um meio dessas falarem bem de mim. Bem, eu achava que assim eu conseguiria isso.
Então resolvi fazer esse apanhado de pensamentos dos meus amigos, mostrando o porque de eles aturarem durante tanto tempo um ser igual esse que aqui escreve, contando um 'causo' ou qualquer outra coisa que pareça ser importante. Bem, vamos aos fatos:
- "Eu gosto do elifa porque, quando eu fui pra Viçosa, ele não foi na rodoviária me buscar, e quando eu cheguei na casa dele, ele falou simplesmente: Haaa rapa, tinha que te buscar né, esqueci." [JP]
- "Eu gosto do Elifa: porque ele é 15 é claro... isso é perfeito...
porque ele joga baskete
porque ele é engraçado...
porque ele faz marcadores de livro como ngm... e por sinal... me deve um até hj! Run... falo mermo... uhuhauhua...
porque ele é O CARA no handebol...
porque SEMPRE que a gente se encontra... eu falo: tá cheiroso... e ele SEMPRE diz: eu sou cheiroso! [mt modesto]
porque só ele aceitaria ir andando do cefet ao mercado num sol da porra sem reclamar!
só ele viria até goitacazes com Passeio pra me ver em plena terça feira... quase 10 da noite... *_*
porque ele é parceiro...
porque é um bobão.... e me faz rir o tempo todo
porque a gente AINDA vai sair pra encher a cara... huahuhauha... eu prometo!!!
porque é muito especial... e eu amo demais da conta!!!" [Eliza]
- "Eu gosto do Elifa porque, quando eu to chorando desesperadamente, ele me abraça forte e faz uma piada idiota para eu parar de chorar e rir e se ela não funcionar ele faz outra até eu parar de chorar. Ele é um amigo daqueles que você não consegue ficar perto sem rir, mas também sabe dar aquela lição de moral para você se sentir a pior pessoa do mundo. E eu gosto dele porque mesmo apesar da distancia o meu amor por ele só cresce." [Tety]
- "Eu gosto do Elifa porque além dele usar o meu computador como se fosse dele, entrar na minha casa como se fosse dele, comer a minha comida como se fosse dele e rir da minha desgraça, ele pelo menos vem me visitar, algo que eu nunca faria por ele, só pelo fato dele morar em Campos." [Guga]
Façam as suas devidas contribuições. Mostrem quanto o Elifa é [ou não] significante nas suas vidas.
sábado, 25 de dezembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Em Viçosa, eu aprendi que...
Nesse final de semestre, resolvi fazer um apanhado de coisas que aprendi nesse meu primeiro ano aqui. Será tipo um especial de fim de ano, com algumas novas lições que tirei:
1. Responsabilidade: alguns tem pouco; outros, nada;
2. Falar a verdade é fácil. Mentir é mais ainda.
3. Não importa o quanto de dinheiro você tem: seu almoço ainda poderá ser um miojo.
4. Nunca fale 'nunca'.
5. Homem nunca está conversando com uma mulher: ele está "chegando".
6. Dormir na casa de uma outra mulher, independente de quem seja, significa sexo.
7. O fim de semana pode ser entediante.
8. A melhor cerveja de todas é a mais barata.
9. Você provavelmente encontrará o amor da sua vida aqui. Mas, por enquanto, have fun.
10. A coisa mais normal do mundo é virar a noite. Estudando ou não.
11. Não tente limpar a casa por você mesmo. Chame uma empregada.

12. Grandes festas significam 2 semanas sem aulas.

13. Open bar é o que há.
14. Camisinhas acabam sempre na pior hora.

15. Engov também.

16. Sexo casual não é lenda.
17. Você emagrecerá no começo. Muito.
18. Você sentirá saudades de certas pessoas. Você quase morrerá por causa de outras.
19. Gravata na porta é uma merda.
20. Aulas te cansam. Trabalhos te condenam. Provas te matam.
21. O final de semana começa na terça.
22. Seu armário nunca ficará arrumado.
23. Suas roupas não ficarão cheirosas.
24. Sempre tem louça para lavar.
25. Quando falam que está calor, está muito calor; quando falam que está frio, está muito frio. Mesmo.
26. O que é orkut?
27. Ou você come, ou você bebe.
28. Não ficou com ninguém na festa: loser.
29. Ficar gripado é a coisa mais normal do mundo.
30. Você adora quando sua família liga pra você.
31. Você adora mais ainda quando seus amigos ligam pra você.
32. Dividir quarto é uma merda. Dormir na sala é pior.

33. Torcer para o Flamengo é legal. Torcer contra o Galo é melhor ainda.
34. Odeio aulas noturnas.
35. Ter um video game em casa prejudica seus estudos.
36. L é a pior coisa que existe. E eu já tenho dois.
37. Teias de aranhas são decorações no teto da sua casa.
38. Você terá um amigo cabeça, um amigo doidão e um amigo pinguço. Ou todos em um só.
39. Uma pessoa pode estar em duas festas open bar ao mesmo tempo.
40. Sua república TEM que ter um nome.
41. Não perca a oportunidade de ir no encontro nacional de estudantes. Poderá se arrepender.
42. Você ama algumas pessoas que deixou pra trás, e só vai perceber isso agora.
43. Você não sabe nada. Nunca.
44. Quarta é dia de futebol. E de forró.

45. Domingo é dia de futebol. E de ressaca.

46. Cachorros-quentes tem duas salsichas.
47. Você aprenderá a jogar sinuca.
48. Você sentirá falta da sua família.
49. Mulher gosta é de dinheiro. Quem gosta de pi%@ é viado.
50. Você nunca estará sozinho.
Em breve, eu postarei mais algumas histórias de alcoolismo extremo que aconteceram com essa pessoa, se posso ter a honra de ser chamado assim, que lhes escreve. Isso é tudo, pessoal!
1. Responsabilidade: alguns tem pouco; outros, nada;
2. Falar a verdade é fácil. Mentir é mais ainda.
3. Não importa o quanto de dinheiro você tem: seu almoço ainda poderá ser um miojo.
4. Nunca fale 'nunca'.
5. Homem nunca está conversando com uma mulher: ele está "chegando".
6. Dormir na casa de uma outra mulher, independente de quem seja, significa sexo.
7. O fim de semana pode ser entediante.
8. A melhor cerveja de todas é a mais barata.
9. Você provavelmente encontrará o amor da sua vida aqui. Mas, por enquanto, have fun.
10. A coisa mais normal do mundo é virar a noite. Estudando ou não.
11. Não tente limpar a casa por você mesmo. Chame uma empregada.

12. Grandes festas significam 2 semanas sem aulas.

13. Open bar é o que há.
14. Camisinhas acabam sempre na pior hora.

15. Engov também.

16. Sexo casual não é lenda.
17. Você emagrecerá no começo. Muito.
18. Você sentirá saudades de certas pessoas. Você quase morrerá por causa de outras.
19. Gravata na porta é uma merda.
20. Aulas te cansam. Trabalhos te condenam. Provas te matam.
21. O final de semana começa na terça.
22. Seu armário nunca ficará arrumado.
23. Suas roupas não ficarão cheirosas.
24. Sempre tem louça para lavar.
25. Quando falam que está calor, está muito calor; quando falam que está frio, está muito frio. Mesmo.
26. O que é orkut?
27. Ou você come, ou você bebe.
28. Não ficou com ninguém na festa: loser.
29. Ficar gripado é a coisa mais normal do mundo.
30. Você adora quando sua família liga pra você.
31. Você adora mais ainda quando seus amigos ligam pra você.
32. Dividir quarto é uma merda. Dormir na sala é pior.

33. Torcer para o Flamengo é legal. Torcer contra o Galo é melhor ainda.
34. Odeio aulas noturnas.
35. Ter um video game em casa prejudica seus estudos.
36. L é a pior coisa que existe. E eu já tenho dois.
37. Teias de aranhas são decorações no teto da sua casa.
38. Você terá um amigo cabeça, um amigo doidão e um amigo pinguço. Ou todos em um só.
39. Uma pessoa pode estar em duas festas open bar ao mesmo tempo.
40. Sua república TEM que ter um nome.
41. Não perca a oportunidade de ir no encontro nacional de estudantes. Poderá se arrepender.
42. Você ama algumas pessoas que deixou pra trás, e só vai perceber isso agora.
43. Você não sabe nada. Nunca.
44. Quarta é dia de futebol. E de forró.

45. Domingo é dia de futebol. E de ressaca.

46. Cachorros-quentes tem duas salsichas.
47. Você aprenderá a jogar sinuca.
48. Você sentirá falta da sua família.
49. Mulher gosta é de dinheiro. Quem gosta de pi%@ é viado.
50. Você nunca estará sozinho.
Em breve, eu postarei mais algumas histórias de alcoolismo extremo que aconteceram com essa pessoa, se posso ter a honra de ser chamado assim, que lhes escreve. Isso é tudo, pessoal!
sábado, 24 de julho de 2010
4 Dias, 2 "Pt's" (Parte 2)
Aqui nós vamos para a segunda parte dessa história. Hoje, eu tive uma grande ajuda de um amigo meu, o Daniel( xMagina) na edição do texto e escolha das imagens. Fica o agradecimento.
Como eu havia dito no post anterior, meu domingo e minha segunda passaram despercebidos, apesar da dor de cabeça e a vontade enorme de morrer que me foi pertinente durante todo o tempo. Com tanto tempo de repouso, no dia do 1º jogo do Brasil na Copa do Mundo, eu estaria bem o bastante para beber de novo. Não muito, mas iria comemorar a estréia do Brasil, com vitória ou derrota( venhamos e convenhamos, derrota pra Coréia do Norte?)

Mas, antes de tudo, tinha um pequeno problema. Exatamente no dia do jogo do Brasil, um pouco mais cedo( na verdade, estou sendo delicado. Foi as 8 horas da madrugada), eu teria prova de uma matéria que eu precisaria ir bem. Óbvio que não estudei, me preparando mais para beber do que para obter uma boa nota.

#fail
Depois de madrugar para fazer a prova, eu consegui chegar a tempo. E na hora, todos nós descobrimos que a prova era em dupla, o que me salvou foda. Depois de ter feito a prova, eu estava pronto para beber e, quem sabe, assistir o jogo. Vale ressaltar que, ainda no mesmo dia, as 18:30, eu teria aula. Ou seja, como bom aluno que sou, se eu estivesse vivo, eu estaria lá.

Como o restaurante universitário abre cedo, as 10:30 da manhã, eu resolvi almoçar logo, para não ter nenhum problema com barriga cheia enquanto estivesse bebendo.Logo depois disso, fui para casa, para deixar minhas coisas e me arrumar. Afinal, no jogo da seleção, eu deveria estar devidamente preparado como qualquer 'falso patriota' faz de 4 em 4 anos.
Cheguei em casa. Tomei banho. Troquei de roupa. Peguei dinheiro. Saí. Nessa ordem. Mas ainda era muito cedo para o jogo. Então, eu e o Léo( um dos moradores da nossa república) fomos pagar o boleto do condomínio, que venceria neste dia. Quando passamos numa papelaria do lado da corretora, vimos uma marretinha, daquelas que você utiliza pra apurrinhar com a vida dos seus amigos, por apenas R$ 3,50. Compramos 2, claro. Mas, vale lembrar que eu já tinha uma vuvuzela( que eu não utilizei nem por 2 minutos) e uma corneta. Eu estava parecendo uma criança cheia de brinquedos novos. O mínimo que eu esperava, depois desse investimento todo, era que o Brasil fosse campeão, invicto, sem tomar gol, com o Felipe Melo sendo considerado o melhor jogador da Copa( piadinha #fail).

Depois das compras feitas, fomos para a República Atécubanos, dos nossos amigos Marcel, Tácio e Felipe. Eu não iria ficar lá, mas o Léo sim, então eu fui até lá, porque teria que esperar um pouco também até a hora do jogo, pra poder ir pra casa de outro amigo meu, o Ivo.
Mais perto da hora do jogo, o Ivo me liga, dizendo que poderia ir para a casa dele logo. Pergunto se ele já havia comprado algumas coisas para bebermos. Ele responde:
- Cara, comprei nada demais não. Uns 3 fardos de long neck e uma vodca.

Meus olhos brilharam na hora. Sério.
Quando cheguei na casa do Ivo, vi que tinha mais gente, o que não seria novidade. Mas não sabia que seriam poucas pessoas a irem para lá. Enfim, o bom foi que sobrou mais bebida para nós. Nós digo eu e o Ivo, pois os outros 4 que estavam lá se diziam 'fracos para álcool', o que constatei logo após.
O jogo começa. Eu já estava bebendo junto com os outros, torcendo, pelo Brasil. Logo depois dos 10 minutos de jogo, o Ivo solta uma pérola:
- Elifa, vamos tomar uma injeção para cada gol do Brasil?
- Cara, e se o Brasil fizer 5?
- Rapaz, a gente vai ficar muito doido.
Eu não sou moleque, então eu aceitei na hora. Para quem não sabe o que é Injeção, aqui vai a receita: 3/4 do copo de vodca, quase completa o copo com refrigerante e, depois disso, uma tampa de sal de fruta. Mistura tudo, óbvio, e vira. Sim, você vira 3/4 de um copo de vodca e, o mais incrível, você não sente o gosto. Assim é muito fácil.
Como o primeiro tempo do tal jogo foi uma bosta, resolvemos tomar uma injeção por conta da casa. Primeiro ele tomou, depois eu. E, enquanto isso, continuamos tomando nossa cervejinha, sendo que somente nós dois estávamos tomando cerveja, pois os outros não gostavam. Com a vodca terminando, resolvemos, enquanto estava no intervalo, descer e comprar outra vodca.

Segundo tempo de jogo, todos ainda torcendo, alguns não muito lúcidos. Eu continuava bem, apesar de saber que, em breve, não estaria mais assim. Saiu o primeiro gol do Brasil, eu e o Ivo saímos correndo pelo corredor do prédio, gritando e tocando as cornetas. Tomamos mais uma injeção, cada um. Segundo gol do Brasil, mesmos rituais, incluindo a gritaria no corredor e as injeções.
[Ivo]- Gol da Coréia do Norte.
[Eu]- Ah, que que tem?
[Ivo]- Mais uma injeção?
[Eu]- Porque não!?
E lá fomos nós para a nossa 4ª injeção. Depois que acabou o jogo, as 17:30, estávamos vendo o que faríamos, pois, em Viçosa, todos iriam para a P.H.Rolfs depois do jogo.

E aí? O que fazer? Ir pra rua ou ir pra aula? Depois dizem por aí que eu não sou um aluno aplicado. Fui para a aula com a ondinha começando a bater. Mas só fui por saber que não seria o único bêbado presente na aula.
Quando entrei pela porta da sala, com a toca da blusa de frio socada no meio da cara, todos riram, até o professor. Entrei tropeçando e sentei lá no fundão com a cabeça apoiada na parede, pescando. Uma das minhas colegas de turma vira pra trás e pergunta:
- Você está bem?
- Não, estou bêbado pra caralho.
- Estou vendo.
Porra, se está vendo, pra que perguntou? Logo depois que entrei, junto com o Ivo e o Arthur, que também estava lá na casa bebendo, nós levantamos para sair e comer algo. Sempre perturbando a vida dos outros, saímos fazendo barulho, após o Ivo virar para o professor e falar:
- Aqui, continua passando a matéria aí no quadro que eu vou ali embaixo comer e jé volto.
Fui atrás, pois também estava com fome. Atravessamos a rua e fomos na lanchonete, onde vende uma refeição que vem com um estrogonofe gostoso, que todos nós pediram. Na verdade, eu não sei se é gostoso realmente, pois eu não cheguei a comer o meu. Dei 2 garfadas, empurrei o prato pro lado e não comi mais. Fui para o banheiro.
Depois voltei para a sala. Não durei muito, pois sentia que ia passar mal e desmaiar a qualquer momento, com um enjôo muito forte. Fui para o banheiro de novo. Mas ao invés de vomitar, eu sentei na borda do vaso e apoiei minha cabeça nos braços. Não aguentei muito essa posição, olhei para o lado e o que vi: um chão sujo, totalmente imundo olhando para mim, pedindo para deitar nele. Não hesitei. Agora, comparações entre eu, dormindo no banheiro do departamento, e a P.H.Rolfs, no mesmo momento.
Eu:
P.H.Rolfs:
Eu:
P.H.Rolfs:
Eu:
P.H.Rolfs:
Acho que perdi alguma coisa.
De repente, acordei assustado. Lembro-me que eu entrei no banheiro as 19:40, mais ou menos. Fui ver as horas no meu celular. 21:00.
Minha aula já tinha acabado havia 1 hora. Ou seja, ninguém mais da minha turma estaria ali. Então saí 'tranquilo' do banheiro, enrolado no meu casaco super limpo de fezes humanas, num frio da minhoca sem camisa. Ainda estava bêbado.
Fui diretamente para casa, sem nem pensar duas vezes se ia parar na P.H.Rolfs ou não. Depois eu vi que essa discussão comigo mesmo foi inútil, pois não havia mais nada nem ninguém na P.H.Rolfs, também.
Do departamento em que tenho aulas até minha casa são mais ou menos 30 minutos, andando. Calculem o tempo que levei para chegar em casa, no frio e bêbado. Acho que levei, mais ou menos, 50 minutos.
Cheguei em casa e nem pensei duas vezes. Cama. Sujo e fedido do jeito que estava. Depois percebi a merda que estava fazendo( na verdade, na merda que estava dormindo).
No outro dia, só rolaram perguntas tipo:
- Cara, onde tu se meteu?
- Você foi embora naquela hora?
- Você estava muito bêbado?
E, nisso, eu fiquei conhecido como o bêbado da turma, o maluco que dormiu no banheiro.
Aqui termina mais uma das aventuras alcoólatras desse bastardo que ainda tem o poder de escrever aqui. Em breve, mais histórias, pois o segundo período está por vir e, com ele, mais lendas.

P.s.: O animal que foi utilizado nas duas histórias aqui contadas ainda está vivo. Ele responde a estímulos feitos pelos agentes alcoólicos agora presentes, em abundância, no seu co[r]po.
Como eu havia dito no post anterior, meu domingo e minha segunda passaram despercebidos, apesar da dor de cabeça e a vontade enorme de morrer que me foi pertinente durante todo o tempo. Com tanto tempo de repouso, no dia do 1º jogo do Brasil na Copa do Mundo, eu estaria bem o bastante para beber de novo. Não muito, mas iria comemorar a estréia do Brasil, com vitória ou derrota( venhamos e convenhamos, derrota pra Coréia do Norte?)

Mas, antes de tudo, tinha um pequeno problema. Exatamente no dia do jogo do Brasil, um pouco mais cedo( na verdade, estou sendo delicado. Foi as 8 horas da madrugada), eu teria prova de uma matéria que eu precisaria ir bem. Óbvio que não estudei, me preparando mais para beber do que para obter uma boa nota.

#fail
Depois de madrugar para fazer a prova, eu consegui chegar a tempo. E na hora, todos nós descobrimos que a prova era em dupla, o que me salvou foda. Depois de ter feito a prova, eu estava pronto para beber e, quem sabe, assistir o jogo. Vale ressaltar que, ainda no mesmo dia, as 18:30, eu teria aula. Ou seja, como bom aluno que sou, se eu estivesse vivo, eu estaria lá.

Como o restaurante universitário abre cedo, as 10:30 da manhã, eu resolvi almoçar logo, para não ter nenhum problema com barriga cheia enquanto estivesse bebendo.Logo depois disso, fui para casa, para deixar minhas coisas e me arrumar. Afinal, no jogo da seleção, eu deveria estar devidamente preparado como qualquer 'falso patriota' faz de 4 em 4 anos.
Cheguei em casa. Tomei banho. Troquei de roupa. Peguei dinheiro. Saí. Nessa ordem. Mas ainda era muito cedo para o jogo. Então, eu e o Léo( um dos moradores da nossa república) fomos pagar o boleto do condomínio, que venceria neste dia. Quando passamos numa papelaria do lado da corretora, vimos uma marretinha, daquelas que você utiliza pra apurrinhar com a vida dos seus amigos, por apenas R$ 3,50. Compramos 2, claro. Mas, vale lembrar que eu já tinha uma vuvuzela( que eu não utilizei nem por 2 minutos) e uma corneta. Eu estava parecendo uma criança cheia de brinquedos novos. O mínimo que eu esperava, depois desse investimento todo, era que o Brasil fosse campeão, invicto, sem tomar gol, com o Felipe Melo sendo considerado o melhor jogador da Copa( piadinha #fail).

Depois das compras feitas, fomos para a República Atécubanos, dos nossos amigos Marcel, Tácio e Felipe. Eu não iria ficar lá, mas o Léo sim, então eu fui até lá, porque teria que esperar um pouco também até a hora do jogo, pra poder ir pra casa de outro amigo meu, o Ivo.
Mais perto da hora do jogo, o Ivo me liga, dizendo que poderia ir para a casa dele logo. Pergunto se ele já havia comprado algumas coisas para bebermos. Ele responde:
- Cara, comprei nada demais não. Uns 3 fardos de long neck e uma vodca.

Meus olhos brilharam na hora. Sério.
Quando cheguei na casa do Ivo, vi que tinha mais gente, o que não seria novidade. Mas não sabia que seriam poucas pessoas a irem para lá. Enfim, o bom foi que sobrou mais bebida para nós. Nós digo eu e o Ivo, pois os outros 4 que estavam lá se diziam 'fracos para álcool', o que constatei logo após.
O jogo começa. Eu já estava bebendo junto com os outros, torcendo, pelo Brasil. Logo depois dos 10 minutos de jogo, o Ivo solta uma pérola:
- Elifa, vamos tomar uma injeção para cada gol do Brasil?
- Cara, e se o Brasil fizer 5?
- Rapaz, a gente vai ficar muito doido.
Eu não sou moleque, então eu aceitei na hora. Para quem não sabe o que é Injeção, aqui vai a receita: 3/4 do copo de vodca, quase completa o copo com refrigerante e, depois disso, uma tampa de sal de fruta. Mistura tudo, óbvio, e vira. Sim, você vira 3/4 de um copo de vodca e, o mais incrível, você não sente o gosto. Assim é muito fácil.
Como o primeiro tempo do tal jogo foi uma bosta, resolvemos tomar uma injeção por conta da casa. Primeiro ele tomou, depois eu. E, enquanto isso, continuamos tomando nossa cervejinha, sendo que somente nós dois estávamos tomando cerveja, pois os outros não gostavam. Com a vodca terminando, resolvemos, enquanto estava no intervalo, descer e comprar outra vodca.

Segundo tempo de jogo, todos ainda torcendo, alguns não muito lúcidos. Eu continuava bem, apesar de saber que, em breve, não estaria mais assim. Saiu o primeiro gol do Brasil, eu e o Ivo saímos correndo pelo corredor do prédio, gritando e tocando as cornetas. Tomamos mais uma injeção, cada um. Segundo gol do Brasil, mesmos rituais, incluindo a gritaria no corredor e as injeções.
[Ivo]- Gol da Coréia do Norte.
[Eu]- Ah, que que tem?
[Ivo]- Mais uma injeção?
[Eu]- Porque não!?
E lá fomos nós para a nossa 4ª injeção. Depois que acabou o jogo, as 17:30, estávamos vendo o que faríamos, pois, em Viçosa, todos iriam para a P.H.Rolfs depois do jogo.

E aí? O que fazer? Ir pra rua ou ir pra aula? Depois dizem por aí que eu não sou um aluno aplicado. Fui para a aula com a ondinha começando a bater. Mas só fui por saber que não seria o único bêbado presente na aula.
Quando entrei pela porta da sala, com a toca da blusa de frio socada no meio da cara, todos riram, até o professor. Entrei tropeçando e sentei lá no fundão com a cabeça apoiada na parede, pescando. Uma das minhas colegas de turma vira pra trás e pergunta:
- Você está bem?
- Não, estou bêbado pra caralho.
- Estou vendo.
Porra, se está vendo, pra que perguntou? Logo depois que entrei, junto com o Ivo e o Arthur, que também estava lá na casa bebendo, nós levantamos para sair e comer algo. Sempre perturbando a vida dos outros, saímos fazendo barulho, após o Ivo virar para o professor e falar:
- Aqui, continua passando a matéria aí no quadro que eu vou ali embaixo comer e jé volto.
Fui atrás, pois também estava com fome. Atravessamos a rua e fomos na lanchonete, onde vende uma refeição que vem com um estrogonofe gostoso, que todos nós pediram. Na verdade, eu não sei se é gostoso realmente, pois eu não cheguei a comer o meu. Dei 2 garfadas, empurrei o prato pro lado e não comi mais. Fui para o banheiro.
Depois voltei para a sala. Não durei muito, pois sentia que ia passar mal e desmaiar a qualquer momento, com um enjôo muito forte. Fui para o banheiro de novo. Mas ao invés de vomitar, eu sentei na borda do vaso e apoiei minha cabeça nos braços. Não aguentei muito essa posição, olhei para o lado e o que vi: um chão sujo, totalmente imundo olhando para mim, pedindo para deitar nele. Não hesitei. Agora, comparações entre eu, dormindo no banheiro do departamento, e a P.H.Rolfs, no mesmo momento.
Eu:

P.H.Rolfs:
Eu:

P.H.Rolfs:

Eu:

P.H.Rolfs:
Acho que perdi alguma coisa.
De repente, acordei assustado. Lembro-me que eu entrei no banheiro as 19:40, mais ou menos. Fui ver as horas no meu celular. 21:00.
Minha aula já tinha acabado havia 1 hora. Ou seja, ninguém mais da minha turma estaria ali. Então saí 'tranquilo' do banheiro, enrolado no meu casaco super limpo de fezes humanas, num frio da minhoca sem camisa. Ainda estava bêbado.
Fui diretamente para casa, sem nem pensar duas vezes se ia parar na P.H.Rolfs ou não. Depois eu vi que essa discussão comigo mesmo foi inútil, pois não havia mais nada nem ninguém na P.H.Rolfs, também.
Do departamento em que tenho aulas até minha casa são mais ou menos 30 minutos, andando. Calculem o tempo que levei para chegar em casa, no frio e bêbado. Acho que levei, mais ou menos, 50 minutos.
Cheguei em casa e nem pensei duas vezes. Cama. Sujo e fedido do jeito que estava. Depois percebi a merda que estava fazendo( na verdade, na merda que estava dormindo).
No outro dia, só rolaram perguntas tipo:
- Cara, onde tu se meteu?
- Você foi embora naquela hora?
- Você estava muito bêbado?
E, nisso, eu fiquei conhecido como o bêbado da turma, o maluco que dormiu no banheiro.
Aqui termina mais uma das aventuras alcoólatras desse bastardo que ainda tem o poder de escrever aqui. Em breve, mais histórias, pois o segundo período está por vir e, com ele, mais lendas.

P.s.: O animal que foi utilizado nas duas histórias aqui contadas ainda está vivo. Ele responde a estímulos feitos pelos agentes alcoólicos agora presentes, em abundância, no seu co[r]po.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
4 Dias, 2 "Pt's" (Parte 1)
Caramba, eu esqueci como é boa essa vida de blogueiro. Mas como aqui eu escrevo coisas que não farão diferença na vida de nenhum de vocês, eu poderia ficar mais um tempo sem escrever... Mas eu tenho "causos" para contar, coisas do meu 1º período na minha cidade nova, na minha vida nova.
Começarei com uma pequena frase de uma amigo meu, que foi a inspiração desse post. Tácio diz: "Caraca Marcel, o Elifa é muito 'hardcore'...". Logo que ele falou isso, esse ser inútil que vos fala teve a idéia de postar 4 dias que pareceram ser apenas 1.
Vamos para o dia 12 de junho, dia conhecido como o (boring) Dia dos Namorados. Essa data não significava "picas" pra mim, até o dia que eu vi que teriam 2 festas OPEN BAR nesse dia( Sim, eu disse DUAS FESTAS OPEN BAR NO DIA DOS NAMORADOS). Me senti, como um bêbado e solteiro nato, no direito de ir em uma dessas duas festas.

12 de junho, sábado. Festa marcada pra começar as 15 horas e ir até as 21 horas. Skol x Brahma. Cara solteiro. Feio. Alcoólatra. Tímido. Só mulheres lindas na festa. Ou seja, pra eu conseguir falar com alguma mulher( falar não sei pra que...), eu teria que estar, no mínimo, tontinho.

Mas, como o limite entre o tontinho e o mega-bêbado² é uma linha tênue(quando você bebe, de uma vez só, pinga, cerveja, caipirinha e gummy), eu "queimei a largada".

Cheguei na festa as 16 horas. As 18, eu já não sabia quem eu era direito. Frio? 13º e eu suando horrores dentro de uma blusa. Sem óculos e no escuro, não enxergava um palmo na frente do nariz. Pra ir no banheiro, que era um cantinho na grama, cercado por uma lona preta, eu quase dei uma dentada no muro.
Daí em diante, eu não lembro de muita coisa. Me contaram que eu dancei funk, o que pode até ser verdade, já que naquele local que só toca sertanejo, quando eu ouço funk, minha alma flamenguista inflama e me dar vontade até de cantar esse tipo de... Expressão cultural. Pra quem está se perguntando como eu cheguei em casa, só tenho 3 palavras pra você: Foi o Palhaço. O Palhaço, a entidade máxima que cuida dos bêbados, e que ajuda-os(no caso, nos) a chegar em casa, vivos e com a 'dignidade'.

Como eu não me lembro de nada e a maioria das coisas que aconteceram na festa eu sei de relatos de terceiros, meu testemunho se acabou. Mas, alguns dias depois, eu estava conversando com umas amigas, e elas me contaram que me encontraram no dia da festa, indo pra casa. E eu só sabia dizer uma coisa: "Eu estou bêbado pra caralho"( Antecipando a piadinha do Nathan ou do Cebolla: não, eu não estava bêbado de caralho ¬¬'). Bom, eu acho que isso resume minha 'festa', da onde minha recordação parece com um mosaico: é um pouco do que cada um me fala.
Os dias que vieram a seguir disso( domingo e segunda) pareceram ser um só, tamanha foi a ressaca. Assim, a próxima coisa que me aconteceu de interessante foi o dia de terça feira, dia 15 de junho, que foi o 1º jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo. Feriado nacional, porque não beber?

(Continua no próximo post)
Observação: O animal usado nesse post não foi prejudicado, mentalmente e/ou fisicamente, por causa da quantidade excessiva de álcool ingerido.
Começarei com uma pequena frase de uma amigo meu, que foi a inspiração desse post. Tácio diz: "Caraca Marcel, o Elifa é muito 'hardcore'...". Logo que ele falou isso, esse ser inútil que vos fala teve a idéia de postar 4 dias que pareceram ser apenas 1.
Vamos para o dia 12 de junho, dia conhecido como o (boring) Dia dos Namorados. Essa data não significava "picas" pra mim, até o dia que eu vi que teriam 2 festas OPEN BAR nesse dia( Sim, eu disse DUAS FESTAS OPEN BAR NO DIA DOS NAMORADOS). Me senti, como um bêbado e solteiro nato, no direito de ir em uma dessas duas festas.

12 de junho, sábado. Festa marcada pra começar as 15 horas e ir até as 21 horas. Skol x Brahma. Cara solteiro. Feio. Alcoólatra. Tímido. Só mulheres lindas na festa. Ou seja, pra eu conseguir falar com alguma mulher( falar não sei pra que...), eu teria que estar, no mínimo, tontinho.

Mas, como o limite entre o tontinho e o mega-bêbado² é uma linha tênue(quando você bebe, de uma vez só, pinga, cerveja, caipirinha e gummy), eu "queimei a largada".


Cheguei na festa as 16 horas. As 18, eu já não sabia quem eu era direito. Frio? 13º e eu suando horrores dentro de uma blusa. Sem óculos e no escuro, não enxergava um palmo na frente do nariz. Pra ir no banheiro, que era um cantinho na grama, cercado por uma lona preta, eu quase dei uma dentada no muro.
Daí em diante, eu não lembro de muita coisa. Me contaram que eu dancei funk, o que pode até ser verdade, já que naquele local que só toca sertanejo, quando eu ouço funk, minha alma flamenguista inflama e me dar vontade até de cantar esse tipo de... Expressão cultural. Pra quem está se perguntando como eu cheguei em casa, só tenho 3 palavras pra você: Foi o Palhaço. O Palhaço, a entidade máxima que cuida dos bêbados, e que ajuda-os(no caso, nos) a chegar em casa, vivos e com a 'dignidade'.

Como eu não me lembro de nada e a maioria das coisas que aconteceram na festa eu sei de relatos de terceiros, meu testemunho se acabou. Mas, alguns dias depois, eu estava conversando com umas amigas, e elas me contaram que me encontraram no dia da festa, indo pra casa. E eu só sabia dizer uma coisa: "Eu estou bêbado pra caralho"( Antecipando a piadinha do Nathan ou do Cebolla: não, eu não estava bêbado de caralho ¬¬'). Bom, eu acho que isso resume minha 'festa', da onde minha recordação parece com um mosaico: é um pouco do que cada um me fala.
Os dias que vieram a seguir disso( domingo e segunda) pareceram ser um só, tamanha foi a ressaca. Assim, a próxima coisa que me aconteceu de interessante foi o dia de terça feira, dia 15 de junho, que foi o 1º jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo. Feriado nacional, porque não beber?

(Continua no próximo post)
Observação: O animal usado nesse post não foi prejudicado, mentalmente e/ou fisicamente, por causa da quantidade excessiva de álcool ingerido.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Ever dream...
Cá estou, num final de período estressante. Sabia que seria assim, mas não tão assim. O bom é que todo o tempo que eu perdi durante o semestre inteiro, consegui repor com esforço e bastante trabalho durante 2 semanas que não pareciam acabar. Msa está tudo dando certo, pelo menos por enquanto.
Bom, hoje eu não falarei nada demais. Como estou, o que sinto, nada. Vou deixar que um dos meus textos(muito mal-feitos, por um acaso) fale por mim.
Está na cara o meu sentimento. E vamos ser sinceros: você também não sente, ou sentiu, o mesmo? Essa coisa forte que sentimos nos possuiu. Mas para você isso já não serve mais, ou estou errado? E eu tinha medo disso. Você conquistou a minha confiança. No começo, não era nada demais, mas você me ganhou. Você conseguiu isso. E eu me senti indefeso contra as suas “armas”. O seu jeito de me tratar, de me olhar, de falar no meu ouvido as coisas lindas que vinham de você, o teu jeito de me abraçar. Agora tudo se foi. Você deveria entender, também. Eu não esperava isso. Todo esse carinho que teve comigo me fez dependente de você. Ter-te por perto era o meu remédio para as preocupações. Longe de você, eu ficava como uma criança, sem a proteção dos pais. Os “Te amo” que você disse refletiam em mim de uma maneira diferente. Isso me fez fácil para você. Mas não importa mais.
Eu tinha medo de te perder. Mas como posso perder alguma coisa ou alguém que nunca tive? Não tive o teu amor. Não realmente. As coisas que esperei de você, eu tive, mas do seu jeito, que não foi suficiente para sustentar uma relação entre nós. Eu adorei o teu jeito. Adorei suas manias. Mas o ato de amar é forte demais. Amar não é simples. “Te amo” não é “Bom dia”. E não poderia falar que amo uma pessoa sem ter a consciência de que está claro para a outra a minha intenção. Como existem vários tipos de “te amo”, o que você me ofereceu foi diferente do que eu entendi e esperei. Agora é o tempo de me recuperar. Espero que você me entenda. Espero que você, um dia, veja que eu realmente gostei de você. E, depois disso tudo, espero que um dia você me traga de volta.
Eu acho que é isso."Sempre sonhe..."
That`s all folks!
Bom, hoje eu não falarei nada demais. Como estou, o que sinto, nada. Vou deixar que um dos meus textos(muito mal-feitos, por um acaso) fale por mim.
Está na cara o meu sentimento. E vamos ser sinceros: você também não sente, ou sentiu, o mesmo? Essa coisa forte que sentimos nos possuiu. Mas para você isso já não serve mais, ou estou errado? E eu tinha medo disso. Você conquistou a minha confiança. No começo, não era nada demais, mas você me ganhou. Você conseguiu isso. E eu me senti indefeso contra as suas “armas”. O seu jeito de me tratar, de me olhar, de falar no meu ouvido as coisas lindas que vinham de você, o teu jeito de me abraçar. Agora tudo se foi. Você deveria entender, também. Eu não esperava isso. Todo esse carinho que teve comigo me fez dependente de você. Ter-te por perto era o meu remédio para as preocupações. Longe de você, eu ficava como uma criança, sem a proteção dos pais. Os “Te amo” que você disse refletiam em mim de uma maneira diferente. Isso me fez fácil para você. Mas não importa mais.
Eu tinha medo de te perder. Mas como posso perder alguma coisa ou alguém que nunca tive? Não tive o teu amor. Não realmente. As coisas que esperei de você, eu tive, mas do seu jeito, que não foi suficiente para sustentar uma relação entre nós. Eu adorei o teu jeito. Adorei suas manias. Mas o ato de amar é forte demais. Amar não é simples. “Te amo” não é “Bom dia”. E não poderia falar que amo uma pessoa sem ter a consciência de que está claro para a outra a minha intenção. Como existem vários tipos de “te amo”, o que você me ofereceu foi diferente do que eu entendi e esperei. Agora é o tempo de me recuperar. Espero que você me entenda. Espero que você, um dia, veja que eu realmente gostei de você. E, depois disso tudo, espero que um dia você me traga de volta.
Eu acho que é isso."Sempre sonhe..."
That`s all folks!
domingo, 6 de junho de 2010
" Seize the day or die regretting the time you lost"
Voltando para casa. O feriado foi bom, apesar das lamentações sobre a minha vida, meu passado e meu futuro. Consegui ver algumas pessoas que eu amo, consegui ficar doente e consegui pensar um pouco melhor. Vi que nada que eu fizer irá mudar certas coisas. E também existem coisas que eu não quero que mudem.
Esse é o meu jeito. Não podemos fazer as coisas somente do jeito que nos agradam, mas também temos que pensar nas pessoas ao nosso redor. Os nossos familiares e amigos. Os que realmente se importam com você.
Então, essa é a conclusão do meu "retiro": Aproveite melhor o seu dia. Não tente distinguir o bom do ruim. Você saberá o que é o bom. Apenas sinta.
"Aproveite o dia ou morra lamentando o tempo que você perdeu." - a7x
Esse é o meu jeito. Não podemos fazer as coisas somente do jeito que nos agradam, mas também temos que pensar nas pessoas ao nosso redor. Os nossos familiares e amigos. Os que realmente se importam com você.
Então, essa é a conclusão do meu "retiro": Aproveite melhor o seu dia. Não tente distinguir o bom do ruim. Você saberá o que é o bom. Apenas sinta.
"Aproveite o dia ou morra lamentando o tempo que você perdeu." - a7x
quinta-feira, 3 de junho de 2010
" I'll make a beast out of myself, get's rid of all the pain of being a man"
Feriadão. Todos estão felizes por estarem voltando pra casa. Eu não. Eu não preciso de um feriado pra voltar pra casa, ver minha família e pensar. Eu preciso de mais. De um tempo sozinho, afastado, num lugar onde eu não saiba quem é quem nesse turbilhão de acontecimentos chamado vida.
E quando eu acho que está tudo dando certo, que as coisas começaram a andar... na verdade, elas estão andando para trás. Tudo o que aconteceu não foi pra melhorar. Todos os pensamentos e as palavras ditas e não ditas.
Também existem AQUELES sentimentos. Parece que não consigo aguentar a pressão de viver nesse mundo. "Can't you see? Life is easy!". E é verdade. Porque complico tanto, pra fazer tudo do meu jeito, e não aceitar as coisas do jeito que elas são? A vontade de desistir depois de tudo, de ir embora...
Estou cansado de sair em sua busca. Que você venha me procurar quando quiser minha companhia, Amor.
"Eu vou fazer uma besta de mim mesmo, livrando-me de toda dor de ser um homem" - a7x
E quando eu acho que está tudo dando certo, que as coisas começaram a andar... na verdade, elas estão andando para trás. Tudo o que aconteceu não foi pra melhorar. Todos os pensamentos e as palavras ditas e não ditas.
Também existem AQUELES sentimentos. Parece que não consigo aguentar a pressão de viver nesse mundo. "Can't you see? Life is easy!". E é verdade. Porque complico tanto, pra fazer tudo do meu jeito, e não aceitar as coisas do jeito que elas são? A vontade de desistir depois de tudo, de ir embora...
Estou cansado de sair em sua busca. Que você venha me procurar quando quiser minha companhia, Amor.
"Eu vou fazer uma besta de mim mesmo, livrando-me de toda dor de ser um homem" - a7x
sábado, 3 de abril de 2010
Sorria =)
Eu estava arrumando minhas coisas para voltar para minha pequena cidade universitária, e escolhendo alguns livros para levar. Como eu sentia saudade dos meus livros! E remexendo neles, me deparei com um que ganhei há pouco tempo atrás. Era um livro que eu já tinha, mas eu amei o presente do mesmo jeito. A pessoa que me deu o livro escreveu uma dedicatória que me marcou muito, e lembro dela até hoje. Vou dividi-la com vocês.
"Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos, vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doloridos
Sorri, vai mentindo sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz."
Charles Chaplin
Obrigado por existir e ser maravilhosa na minha vida. Saiba que você me faz falta todos os segundos da minha vida. Não sei o que seria sem você.
Eu te amo, Suzete Garcez.
"Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos, vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doloridos
Sorri, vai mentindo sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz."
Charles Chaplin
Obrigado por existir e ser maravilhosa na minha vida. Saiba que você me faz falta todos os segundos da minha vida. Não sei o que seria sem você.
Eu te amo, Suzete Garcez.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Vida de universitário =[
Bom, aqui estou eu de volta, depois de 'n' meses de ausência. Eu estava sem paciência pra postar, ou até mesmo com preguiça, preguiça de pensar e preguiça de viver. Resolvi que agora esse blog não vai falar apenas dos papos de bêbado (não que não existiram mais, mas não será somente disso de agora em diante), mas sim das coisas que eu estiver com vontade de falar.
A vida de universitário não é fácil, ainda mais quando você é somente mais uma pessoa nova numa cidade totalmente desconhecida e um pouco longe de casa. Assim eu me sinto quando vou para Viçosa, minha nova cidade durante os próximos 4 anos, assim espero. Não foi para o curso que eu queria, mas me sinto mais feliz do que se eu estivesse fazendo o planejado.
Só que como tudo na vida, tem também o lado ruim. Agora eu sei como o Guga falava que sentia falta de casa, dos amigos. Sinto também falta de casa. Sinto falta dos meus amigos. Falta de poucas pessoas que me marcaram muito. Que apesar de estar longe, eu ainda sinto a presença deles perto de mim, me aconselhando e me ajudando a passar essa fase que está sendo bem difícil. Choro sozinho quando ninguém vê. Choro de saudade. Choro porque não consigo expressar direito o quanto eles realmente são importantes e necessários na minha vida. Eu os amo.
E espero que com meu silêncio eles compreendam.
A vida de universitário não é fácil, ainda mais quando você é somente mais uma pessoa nova numa cidade totalmente desconhecida e um pouco longe de casa. Assim eu me sinto quando vou para Viçosa, minha nova cidade durante os próximos 4 anos, assim espero. Não foi para o curso que eu queria, mas me sinto mais feliz do que se eu estivesse fazendo o planejado.
Só que como tudo na vida, tem também o lado ruim. Agora eu sei como o Guga falava que sentia falta de casa, dos amigos. Sinto também falta de casa. Sinto falta dos meus amigos. Falta de poucas pessoas que me marcaram muito. Que apesar de estar longe, eu ainda sinto a presença deles perto de mim, me aconselhando e me ajudando a passar essa fase que está sendo bem difícil. Choro sozinho quando ninguém vê. Choro de saudade. Choro porque não consigo expressar direito o quanto eles realmente são importantes e necessários na minha vida. Eu os amo.
E espero que com meu silêncio eles compreendam.
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