domingo, 8 de novembro de 2009
Churrasco Live ( Domingo dia 08-11) [7]
Todos ficaram torcendo contra o Flamengo, mas ele é soberano e ganhou a Galinha por 3x1. Todos estão começando a ficar estranhos aqui. Ainda tem mais um bocado de cerveja e algumas Heinekens, e meia garrafa de vodca. Acho que voltarei pra casa um pouco bebado, mas nada que eu não consiga controlar (ou não). Eu vou aproveitar o final do churrasco e não postarei mais, então beijosmeliga pra vocês. Bom começo de semana, porque o meu será uma merda, começar de ressaca. Fui!
Churrasco Live (Domingo dia 08-11) [6]
Flamengo 3x1 Galinha. Espero que quando o jogo terminar, eu esteja bem para poder postar aqui ainda. Todo mundo sentado assistindo o jogo, menos o Wow, que está jogando. Maluco. Tá quente pra caralho.
Churrasco Live (Domingo dia 08-11) [5]
Jogo do Flamengo na tv, Gummy no copo. Isso tem tudo pra não dar certo. Tá calor pra cacete. Nunca vi disso, o ventilador na cara e eu suando em bicas. Flamengo 1x0 na galinha, Pet é foda. Vou terminar meu copinho delicioso dessa bosta líquida.
Churrasco Live (Domingo dia 08-11) [4]
Esperando o jogo do Manchester x Chelsea acabar, pra todos torcemos (alguns contra) pelo Flamengo. As Heinekens estão gelando. Acho que quando acabar o jogo não falarei coisa com coisa. Daqui a pouco a vodca vai puir. MA OOOEEEEEEE...
Churrasco Live (Domingo dia 08-11) [3]
Acabei de voltar. Saímos pra comprar mais carne. Acabamos comprando uma vodca, 4 Heinekens, suco pra fazer Gummy e a carne. LG ainda não dançou o funk, mas com certeza eu irei filmar pra colocar no youtube. Esperem o link. Eu ainda estou lúcido. Ainda.
Churrasco Live ( Domingo dia 08-11) [2]
Agora a gente acabou de colocar o dvd da furacão. Vou contar até 5 pro LG começar a dançar funk desesperadamente, descendo até o chão... Jogo do Manchester x Chelsea porrando, e todos assistindo e torcendo, bebendo, claro.
Churrasco Live (Domingo dia 08-11)
Esse post será diferente. Eu contarei, ao vivo, o que vai acontecer no churrasco que está acontecendo nesse EXATO MOMENTO. Por enquanto, todo mundo está tranquilo, ainda estamos queimando a carne e abrindo as primeiras cervejas. Nada de especial ainda. Esperem, merdas acontecerão.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Churrasco na República
História nova, mesmo personagens. Alguns novos, mas para preservar a identidade deles, vamos inventar nicknames. Nessa história participam eu, Nathan, Cebolla, LG, Wow e mais alguns amigos, também presente o segundo colaborador desse blog, o Raphael Mãozinha. E podem acreditar, quem se deu mal dessa vez não fui eu... ou não.
Depois de alguns meses de convivência, a galera da república (que eu frequento constantemente, já chegaram a me cobrar o aluguel) e eu decidimos que estava na hora de fazer uma confraternização. Um churrasco pequeno, reunindo somente os amigos mesmo, porque não podíamos fazer muita algazarra. Até porque o apartamento é pequeno e só possui dois ambientes: o lado de dentro e o de fora. Assim, planejamos tudo. O valor que cada um teria que pagar, o que iríamos beber, as bebidas e o álcool. Ninguém pensou na carne, de começo. Pense comigo, quem vai pra churrasco pra comer ? Se for pra comer, que coma em casa. Eu vou para um churrasco pra beber.
Contabilizamos tudo. Despesa com bebida, com comida e o que cada um que iria no churrasco teria que pagar. E fomos avisando todos que iam no churrasco, quando era e quanto teriam que pagar. Todos ficaram avisados. Recolhemos parte do dinheiro e saímos a busca de promoções, lugares baratos pra comprar a cerveja. Quanto mais barato você pagar em cada cerveja, mais pessoas bêbadas ficarão durante o churrasco. Era uma conta diretamente proporcional, não tinha erro.Era óbvio que um churrasco tão bem planejado como foi, não terminaria 100% bem.
O churrasco seria na quinta feira, logo na quarta a noite estava tudo... na mesma. Nada comprado, só tínhamos arrumado uma churrasqueira elétrica e correndo atrás de preços baixos pra poder compra as cervejas ainda. Depois de eu e o LG andarmos muito, descobrimos que o melhor negócio era comprar as cervejas em garrafas de 1 litro. Fizemos as contas e o LG achou que 12 garrafas eram o suficiente. Eu, muito bem ensinado nesse tipo de conta, falei que ia faltar. Ele me chamou de doido, cachaceiro e disse que 12 litros de cerveja era muita cerveja e mais que o suficiente. Eu não discuti, sabia que não ia dar, eu me conheço.
Compramos as cervejas e botamos na geladeira pra gelar. Nessa parte da história, só faltava um dos componentes do churrasco: a carne. Apesar de que pra mim e alguns amigos, essa parte é totalmente irrelevante. Compramos a carne praticamente na hora do churrasco. Um amigo nosso falou que quando ele fez um churrasco na casa dele, comprou a carne a quilo que já vinha no espeto. Como ninguém ali era um mestre em corte de carne pra churrasco, ligamos para esse lugar e vimos o preço. Até que alguém vira para esse nosso amigo e pergunta: 'Aqui, será que 1 quilo de linguiça dá pra vinte comer?'. Gargalhadas na cozinha, compramos a carne pelo telefone. Isso já era quase 13:00 e, lógico, já tinhamos começado o nosso churrasco. Quem chegou depois disso já saiu no prejuízo.
Ah, vale lembrar que o Wow não gosta de cerveja. Ele bebe 2 copos, faz cara de vômito e enxágua a boca com vodca.Também vale lembrar que quando cinco homens estão reunidos, não se importam muito com a comida. Então a gente contou com a ajuda de uma amiga, a Sr. T, que se disponibilizou a fazer uma comida decente pra ajudar no churrasco. Te digo que se não fosse ela, a gente ia comer miojo sabor galinha caipira antes de começar a beber.
Começamos bebendo nossa cerveja geladinha, carne na churrasqueira, música alta. Como o LG não gosta de funk, de provocação, coloquei 'Kika no calcanhar' pra tocar. Olhei pra ele e comecei a rir. Ele falou assim:
-Cara, daqui a pouco eu não vou nem lembrar que isso tá tocando e vou começar a dançar.- E começou a se remexer loucamente. Parecia que tinha entrado um besouro pela camisa dele. Sério, aquilo me assustou.
Começaram a chegar nossos amigos, pessoas que chamamos para o churrasco (ou não) e se sentiram em casa. Em certo momento da 'festa', eu arrumei os quatro copinhos de dose que eu ganhei de presente de natal do Mãozinha (muito obrigado, Mãozinha) e falei:
-Quem é macho pra virar uma dose de vodca comigo?
Na primeira vez, chegou a fazer fila pra virar, ficamos disputando pra ver quem iria ser o primeiro grupo a beber a vodca. Juntou eu e mais três, enchemos as doses e falamos: Viva. Lá se foi a primeira de muitas viradas da tarde. Sim, a gente estava bebendo vodca a tarde, no calor. Depois de um tempo, juntamos para a segunda virada. Mesmo grupo. Na terceira, uma pessoa já havia desistido. E entre as viradas de vodca, cerveja pra dentro. Depois da quarta virada, já não havia mais tato, não sentia mais nada. E ainda assim conseguimos beber a vodca toda.
Agora vem o foco da história. Dois trechos que são muito importantes. Primeiro: o nosso amigo Wow, que só bebia vodca, já tinha parado de beber a tempo, porque a onda de bebidas quentes tombam quem não tem A prática. Ele sentou no sofá e conversou com a galera, normalmente.Quando ele levanta e vai na cozinha, sai batendo e esbarrando pelas paredes da cozinha e pára na janela, com metade do corpo pra fora (Obs.: 9º andar). Tiramos ele da janela e botamos ele pra sentar de novo no sofá. Nisso que ele senta, o Cebolla deita e encosta a cabeça na perna dele, e eu estavaa bem de frente pros dois. Eu acredito até hoje que algum santo passou perto do Cebolla na hora e falou: 'Meu filho, levanta daí AGORA!', porque não demorou 2 segundos desde que o Cebolla levantou, o Wow mandou uma vomitada fenomenal no sofá e cadeira, no meio da sala do apartamento. E ainda ficou com a cabeça pendurada, com aquela babinha escorrendo. Eu não sabia se ria ou se ajudava-o. Eu e o Nathan o levamos pro banheiro e botamos ele pra tomar um banho gelado. Eu dou as costas e ouço um barulho alto, que eu juro que foi o Wow caindo no banheiro. Mas ele nega, falando que queria apenas sentar no box.
O segundo episódio foi tão engraçado quanto. Se você não achou graça no primeiro, nem leia então, porque vai achar uma merda. Uma das amigas que tínhamos chamado pra ir no churrasco levou uma prima. Mas não fique com a idéia de ' a priminha lindinha da nossa amiga'. Quando eu vi, pensei: 'Que porra é isso?'. Uniforme de escola estadual, batom preto e magra toda vida. O estereótipo perfeito de fã do Nx-Zero. E fraquinha, muito fraquinha pra cerveja.Mas para agradar essa nossa amiga, deixamos ela entrar. Esse tipo de pessoa tinha que ser proibida de entrar em qualquer churrasco, porque não acrescenta em nada. Para um amigo meu acrescentou. Não vou citar o nome dele, porque ia ser uma sacanagem danada com ele (Vou salvar sua vida agora, ein!)
. Pois bem, essa menina bebeu dois copos de cerveja e começou a ficar alucinada. E começou a dar em cima desse meu amigo com uma vontade danada. Ele, que já estava mais pra lá que pra cá, não pensou duas vezes. Levou pra um canto e pegou a menina. Quando ele volta, eu já estava com o sorriso infernal no rosto, pensando :' Tá fudido na minha mão, você...'. Ele chega e mostra as costas. Parecia que estava com coceira nas costas e pediu pro Freddie Krugger coçar pra ele. E ela saiu sorrindo, se achando a mais bonita do pedaço. Nesse momento, qualquer coisa me divertia, então estava morrendo de rir...
Quando eram mais ou menos 19:30, chegam Mãozinha e Kuruja, acompanhados por alguém que não lembro quem é. Mas nesse horário, já havia acabado a cerveja. Eu, que me sentia bem o suficiente (mas não estava), me ofereci pra ir comprar mais cerveja e vodca. Carne? Nem sonhando. Fomos eu, Mãozinha e Kuruja. Descemos, compramos latinhas de cerveja geladas, compramos a vodca e voltamos. Depois que voltei, me joguei no canto da sala. Quem já esteve bêbado sabe que, no ápice da sua embriaguez, você acha super natural falar e fazer certas brincadeiras que em sã consciência não faria. Eu, que estava jogado na sala, esperei o momento certo pra botar o pé na frente do Kuruja, não pensando que ele podia cair pela janela do 9º andar. Eu achei super divertido e, na hora, faria de novo se outra pessoa passasse.
Perto das 22:00, o churrasco começou a acabar. Pessoas indo embora, fizemos companhia a algumas meninas até o ponto de ônibus e algumas levamos em casa, porque o caminho era um pouco perigoso. Ela realmente achou que com dois caras bêbados seria mais seguro do que sozinha. Chegamos lá e conversamos um pouco. Depois eu e o LG voltamos para casa. Deixei ele na entrada do prédio, e segui meu caminho pra casa. Até hoje eu não sei como cheguei em casa.
No outro dia, risadas e óculos escuros com remédios pra dor de cabeça e enjoo. Mas valeu a pena.
P.s.:Quero deixar bem claro que qualquer comentário nesse post é falso. A minha história é a verdade absoluta desse churrasco, pois fui a única pessoa que estava desde o começo do churrasco bebendo e lembra de tudo.
Depois de alguns meses de convivência, a galera da república (que eu frequento constantemente, já chegaram a me cobrar o aluguel) e eu decidimos que estava na hora de fazer uma confraternização. Um churrasco pequeno, reunindo somente os amigos mesmo, porque não podíamos fazer muita algazarra. Até porque o apartamento é pequeno e só possui dois ambientes: o lado de dentro e o de fora. Assim, planejamos tudo. O valor que cada um teria que pagar, o que iríamos beber, as bebidas e o álcool. Ninguém pensou na carne, de começo. Pense comigo, quem vai pra churrasco pra comer ? Se for pra comer, que coma em casa. Eu vou para um churrasco pra beber.
Contabilizamos tudo. Despesa com bebida, com comida e o que cada um que iria no churrasco teria que pagar. E fomos avisando todos que iam no churrasco, quando era e quanto teriam que pagar. Todos ficaram avisados. Recolhemos parte do dinheiro e saímos a busca de promoções, lugares baratos pra comprar a cerveja. Quanto mais barato você pagar em cada cerveja, mais pessoas bêbadas ficarão durante o churrasco. Era uma conta diretamente proporcional, não tinha erro.Era óbvio que um churrasco tão bem planejado como foi, não terminaria 100% bem.
O churrasco seria na quinta feira, logo na quarta a noite estava tudo... na mesma. Nada comprado, só tínhamos arrumado uma churrasqueira elétrica e correndo atrás de preços baixos pra poder compra as cervejas ainda. Depois de eu e o LG andarmos muito, descobrimos que o melhor negócio era comprar as cervejas em garrafas de 1 litro. Fizemos as contas e o LG achou que 12 garrafas eram o suficiente. Eu, muito bem ensinado nesse tipo de conta, falei que ia faltar. Ele me chamou de doido, cachaceiro e disse que 12 litros de cerveja era muita cerveja e mais que o suficiente. Eu não discuti, sabia que não ia dar, eu me conheço.
Compramos as cervejas e botamos na geladeira pra gelar. Nessa parte da história, só faltava um dos componentes do churrasco: a carne. Apesar de que pra mim e alguns amigos, essa parte é totalmente irrelevante. Compramos a carne praticamente na hora do churrasco. Um amigo nosso falou que quando ele fez um churrasco na casa dele, comprou a carne a quilo que já vinha no espeto. Como ninguém ali era um mestre em corte de carne pra churrasco, ligamos para esse lugar e vimos o preço. Até que alguém vira para esse nosso amigo e pergunta: 'Aqui, será que 1 quilo de linguiça dá pra vinte comer?'. Gargalhadas na cozinha, compramos a carne pelo telefone. Isso já era quase 13:00 e, lógico, já tinhamos começado o nosso churrasco. Quem chegou depois disso já saiu no prejuízo.
Ah, vale lembrar que o Wow não gosta de cerveja. Ele bebe 2 copos, faz cara de vômito e enxágua a boca com vodca.Também vale lembrar que quando cinco homens estão reunidos, não se importam muito com a comida. Então a gente contou com a ajuda de uma amiga, a Sr. T, que se disponibilizou a fazer uma comida decente pra ajudar no churrasco. Te digo que se não fosse ela, a gente ia comer miojo sabor galinha caipira antes de começar a beber.
Começamos bebendo nossa cerveja geladinha, carne na churrasqueira, música alta. Como o LG não gosta de funk, de provocação, coloquei 'Kika no calcanhar' pra tocar. Olhei pra ele e comecei a rir. Ele falou assim:
-Cara, daqui a pouco eu não vou nem lembrar que isso tá tocando e vou começar a dançar.- E começou a se remexer loucamente. Parecia que tinha entrado um besouro pela camisa dele. Sério, aquilo me assustou.
Começaram a chegar nossos amigos, pessoas que chamamos para o churrasco (ou não) e se sentiram em casa. Em certo momento da 'festa', eu arrumei os quatro copinhos de dose que eu ganhei de presente de natal do Mãozinha (muito obrigado, Mãozinha) e falei:
-Quem é macho pra virar uma dose de vodca comigo?
Na primeira vez, chegou a fazer fila pra virar, ficamos disputando pra ver quem iria ser o primeiro grupo a beber a vodca. Juntou eu e mais três, enchemos as doses e falamos: Viva. Lá se foi a primeira de muitas viradas da tarde. Sim, a gente estava bebendo vodca a tarde, no calor. Depois de um tempo, juntamos para a segunda virada. Mesmo grupo. Na terceira, uma pessoa já havia desistido. E entre as viradas de vodca, cerveja pra dentro. Depois da quarta virada, já não havia mais tato, não sentia mais nada. E ainda assim conseguimos beber a vodca toda.
Agora vem o foco da história. Dois trechos que são muito importantes. Primeiro: o nosso amigo Wow, que só bebia vodca, já tinha parado de beber a tempo, porque a onda de bebidas quentes tombam quem não tem A prática. Ele sentou no sofá e conversou com a galera, normalmente.Quando ele levanta e vai na cozinha, sai batendo e esbarrando pelas paredes da cozinha e pára na janela, com metade do corpo pra fora (Obs.: 9º andar). Tiramos ele da janela e botamos ele pra sentar de novo no sofá. Nisso que ele senta, o Cebolla deita e encosta a cabeça na perna dele, e eu estavaa bem de frente pros dois. Eu acredito até hoje que algum santo passou perto do Cebolla na hora e falou: 'Meu filho, levanta daí AGORA!', porque não demorou 2 segundos desde que o Cebolla levantou, o Wow mandou uma vomitada fenomenal no sofá e cadeira, no meio da sala do apartamento. E ainda ficou com a cabeça pendurada, com aquela babinha escorrendo. Eu não sabia se ria ou se ajudava-o. Eu e o Nathan o levamos pro banheiro e botamos ele pra tomar um banho gelado. Eu dou as costas e ouço um barulho alto, que eu juro que foi o Wow caindo no banheiro. Mas ele nega, falando que queria apenas sentar no box.
O segundo episódio foi tão engraçado quanto. Se você não achou graça no primeiro, nem leia então, porque vai achar uma merda. Uma das amigas que tínhamos chamado pra ir no churrasco levou uma prima. Mas não fique com a idéia de ' a priminha lindinha da nossa amiga'. Quando eu vi, pensei: 'Que porra é isso?'. Uniforme de escola estadual, batom preto e magra toda vida. O estereótipo perfeito de fã do Nx-Zero. E fraquinha, muito fraquinha pra cerveja.Mas para agradar essa nossa amiga, deixamos ela entrar. Esse tipo de pessoa tinha que ser proibida de entrar em qualquer churrasco, porque não acrescenta em nada. Para um amigo meu acrescentou. Não vou citar o nome dele, porque ia ser uma sacanagem danada com ele (Vou salvar sua vida agora, ein!)
Quando eram mais ou menos 19:30, chegam Mãozinha e Kuruja, acompanhados por alguém que não lembro quem é. Mas nesse horário, já havia acabado a cerveja. Eu, que me sentia bem o suficiente (mas não estava), me ofereci pra ir comprar mais cerveja e vodca. Carne? Nem sonhando. Fomos eu, Mãozinha e Kuruja. Descemos, compramos latinhas de cerveja geladas, compramos a vodca e voltamos. Depois que voltei, me joguei no canto da sala. Quem já esteve bêbado sabe que, no ápice da sua embriaguez, você acha super natural falar e fazer certas brincadeiras que em sã consciência não faria. Eu, que estava jogado na sala, esperei o momento certo pra botar o pé na frente do Kuruja, não pensando que ele podia cair pela janela do 9º andar. Eu achei super divertido e, na hora, faria de novo se outra pessoa passasse.
Perto das 22:00, o churrasco começou a acabar. Pessoas indo embora, fizemos companhia a algumas meninas até o ponto de ônibus e algumas levamos em casa, porque o caminho era um pouco perigoso. Ela realmente achou que com dois caras bêbados seria mais seguro do que sozinha. Chegamos lá e conversamos um pouco. Depois eu e o LG voltamos para casa. Deixei ele na entrada do prédio, e segui meu caminho pra casa. Até hoje eu não sei como cheguei em casa.
No outro dia, risadas e óculos escuros com remédios pra dor de cabeça e enjoo. Mas valeu a pena.
P.s.:Quero deixar bem claro que qualquer comentário nesse post é falso. A minha história é a verdade absoluta desse churrasco, pois fui a única pessoa que estava desde o começo do churrasco bebendo e lembra de tudo.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Saindo com o Nathan e o Cebolla [Episódio Salaminho]
Primeiro post, debutando, não sei por onde começar. Acho que vou falar de um episódio que me marcou bastante, porque foi a primeira vez que saí com uns amigos novos que tinha feito na época. Pra não citar nomes... Ah, foda-se. Eram o Nathan e o Cebolla. A gente tinha combinado de sair num sábado a noite, porque fazia pouco tempo que eles tinham se mudado pra minha querida cidade (quando o Guga ler isso, vai infartar) e queriam beber e conversar, dar risadas e tals.
Nós fomos a um bar aqui, perto da onde eles moram, chamado Bodega's. Sentamos lá, ambiente maneiro, musiquinha ao vivo, mulheres bonitas, cerveja gelada. Tudo que queríamos. Pedimos 2 cervejas pra começar (de lei começar com 2 cervejas) e a fome estava batendo. Eu viro pro Nathan e falo:
-Po cara, to com uma fome danada. - Nathan e Cebolla respondem, em coro:
-Po, fala não... Eu também.
Pronto. Nós iamos pedir alguma coisa pra comer, mesmo que custasse nhenhetos reais. Acabamos escolhendo uma carne maluca, que vinha na brasa. Um bife gigantesco pra cada um, com direito a molho, farofa e arroz, coisa de fudido mesmo. De pança cheia, ficamos só bebendo e conversando, falando besteira, o que é mais que normal. Daí chega Bruno, vulgo Kuruja, e sua amiga estrangeira das terras de neverland, Kolla (ou Kola, whatever). Eles sentam na mesa e eu pergunto:
-Fala aí, Kuruja. Que você estão fazendo aqui?
-Po, Kolla (Kola, foda-se) falou que queria sair, trouxe ela pra Pepper's (boate de merda campista ).
Como ela não entendia porra nenhuma ( na verdade, eu fiquei me perguntando porque ela veio fazer intercambio, se ela não falava UMA palavra em português. Quem quisesse falar com ela, tinha que falar inglês, senão ela ficaria fudida na merda.), eu tentei falar com ela e me apresentar. Estendi a mão pra dar a ela e a filha da !@#$ fez que ia me dar a mão e fez sinal de legalzinho pra mim (Y). 1 x 0 pra estrangeira do cacete. Kuruja então foi no banheiro e eu roubei um pouco da cerveja dele (quando as pessoas estão quase bebadas, elas acham que conseguem mega furtivos, pegar QUALQUER COISA sem ninguem perceber, mesmo quando derrubam a mesa e a garrafa juntos). A estrangeirinha, que não vou falar mais o nome, pra mim tanto faz, falou pro Kuruja que eu tinha bebido a cerveja dele. Kuruja simplesmente pegou meu copo que estava cheio até a borda, de fazer a barriguinha em cima, e virou! 2 x 0 pra estrangeira do cacete. Quando eles foram embora, ela me estendeu a mão, para se despedir. Com medo do 3 x 0, dei tchauzinho de longe...
Decidimos ir embora logo depois. Mas antes, sempre rola alguma bebida diferente. SEMPRE. Uma vodca com energético. Uma caipirinha. Uma bananinha. Uma álcool pring. Qualquer coisa. E decidimos não fugir da regra. Eu pedi uma vodca com energético (vale lembrar que tinha A vodca com energético [Absolut e Red Bull] e vodca com energético da promoção [ Smirnoff e 220v] por 7 reais). Claro que pedi a da promoção, porque tinha que render. 2 da promoção igual 1 da boa. Como eu queria ficar ruim, promoção neles. Tomamos (eu e Nathan) e depois pedimos outra, pra ir andando e bebendo. Nessa altura do campeonato, nós estávamos tentando falar coisa com coisa, não tendo muito sucesso. O Cebolla, que eu até hoje falo que estava pior do que eu e o Nathan juntos, pediu uma caipirinha [ lembre-se do Smirnoff]. Saímos andando e bebendo, trocando pernas, de volta pra casa [república].
Daí tive uma brilhante idéia. Um amigo meu me contou que tinha um bar no caminhoque íamos passar que vendia cerveja importada. Vamos passar lá? Vamos passar lá sim, vamos lá. Chegando lá, Cebolla quase torto, pegamos o cardápio e escolhemos cada um sua cerveja. Eu e Nathan, Stella Artois ( não sei se o nome tá certo, procura no google), e o Cebolla, Budweiser. Nisso que o Cebolla escolheu sua cerveja, olha pro lado e vê uma mesa com frios. Salaminhos, ovos de codorna, presunto, mussarela e tudo mais. Vira pro garçom e pergunta:
-Como que é o esquema da parada aqui?
Garçom diz: -É só pegar.
Quando o garçom disse isso, Cebolla não pensou duas vezes e foi pra dentro da mesa de frios. Comeu presuntinho, comeu salaminho e ainda carrega o amigo (Nathan) para o erro.
-Chega aí Nathan, prova isso aqui. Po, essa parada aqui é gostosona.
Nisso eu estava pagando as cervejas. Quando estava no caixa, o cara que está me atendendo fala alto:
-O rapaz! Ei. Você! Isso daí é pesado. Você coloca no prato e pesa na balança.
Cebolla diz:
-Ué, o cara aqui falou que podia pegar.
O cara do caixa continua falando que ele tinha que pegar e pesar. Eu estava no meio do 'tiroteio', tendo que ouvir o cara quase gritando com o Cebolla no meu ouvido. Aí o Cebolla pirou foda e disse:
-Ó. Então pesa aí. Eu comi 3 salaminhos e 2 mussarelas - E tira a carteira do bolso, pra mostrar pro cara que ele tinha dinheiro pra pagar.
O cara do caixa estava quase pulando o balcão pra dar uma porrada nele, e eu no meio falando pro cara: -Po cara, relaxa, ele tá bebado. A gente tava bebendo, dá um desconto aí...
O caixa falou que podia ir, porque ia ser cortesia da casa. Cebolla ficou revoltado.
-Não, po. Pesa aí. Pesa aí que eu pago.
O cara estava tão puto que só queria que a gente saísse dali, e eu querendo rir, não sabendo onde metia a minha cara. Depois disso, saímos rindo do bar, bebendo nossas cervejas, e rindo sobre o que tinha acontecido.
Quando chegamos no apartamento, ligamos o computador e botamos uma música alta [4:30 da manhã e música alta]. Eu ia dormir na casa deles, porque estava bebado demais pra ir pra casa. Estávamos conversando, eu e Nathan, no quarto número 2, e Cebolla falou que ia deitar. Estávamos vendo fotos alheias no orkut, quando vimos um vulto passando pela gente e indo pro banheiro. Contamos até 3 e ouvimos alguém chamando o Raul! Até hoje Cebolla fala que não estava passando mal, mas ele vomitou o banheiro todo.
No outro dia, acordamos na ressaca do capeta. Mas nos divertimos demais na nossa primeira saída.
P.s.: Se eu esqueci de comentar alguma coisa aqui, é só vir e comentar. =D
Nós fomos a um bar aqui, perto da onde eles moram, chamado Bodega's. Sentamos lá, ambiente maneiro, musiquinha ao vivo, mulheres bonitas, cerveja gelada. Tudo que queríamos. Pedimos 2 cervejas pra começar (de lei começar com 2 cervejas) e a fome estava batendo. Eu viro pro Nathan e falo:
-Po cara, to com uma fome danada. - Nathan e Cebolla respondem, em coro:
-Po, fala não... Eu também.
Pronto. Nós iamos pedir alguma coisa pra comer, mesmo que custasse nhenhetos reais. Acabamos escolhendo uma carne maluca, que vinha na brasa. Um bife gigantesco pra cada um, com direito a molho, farofa e arroz, coisa de fudido mesmo. De pança cheia, ficamos só bebendo e conversando, falando besteira, o que é mais que normal. Daí chega Bruno, vulgo Kuruja, e sua amiga estrangeira das terras de neverland, Kolla (ou Kola, whatever). Eles sentam na mesa e eu pergunto:
-Fala aí, Kuruja. Que você estão fazendo aqui?
-Po, Kolla (Kola, foda-se) falou que queria sair, trouxe ela pra Pepper's (boate de merda campista ).
Como ela não entendia porra nenhuma ( na verdade, eu fiquei me perguntando porque ela veio fazer intercambio, se ela não falava UMA palavra em português. Quem quisesse falar com ela, tinha que falar inglês, senão ela ficaria fudida na merda.), eu tentei falar com ela e me apresentar. Estendi a mão pra dar a ela e a filha da !@#$ fez que ia me dar a mão e fez sinal de legalzinho pra mim (Y). 1 x 0 pra estrangeira do cacete. Kuruja então foi no banheiro e eu roubei um pouco da cerveja dele (quando as pessoas estão quase bebadas, elas acham que conseguem mega furtivos, pegar QUALQUER COISA sem ninguem perceber, mesmo quando derrubam a mesa e a garrafa juntos). A estrangeirinha, que não vou falar mais o nome, pra mim tanto faz, falou pro Kuruja que eu tinha bebido a cerveja dele. Kuruja simplesmente pegou meu copo que estava cheio até a borda, de fazer a barriguinha em cima, e virou! 2 x 0 pra estrangeira do cacete. Quando eles foram embora, ela me estendeu a mão, para se despedir. Com medo do 3 x 0, dei tchauzinho de longe...
Decidimos ir embora logo depois. Mas antes, sempre rola alguma bebida diferente. SEMPRE. Uma vodca com energético. Uma caipirinha. Uma bananinha. Uma álcool pring. Qualquer coisa. E decidimos não fugir da regra. Eu pedi uma vodca com energético (vale lembrar que tinha A vodca com energético [Absolut e Red Bull] e vodca com energético da promoção [ Smirnoff e 220v] por 7 reais). Claro que pedi a da promoção, porque tinha que render. 2 da promoção igual 1 da boa. Como eu queria ficar ruim, promoção neles. Tomamos (eu e Nathan) e depois pedimos outra, pra ir andando e bebendo. Nessa altura do campeonato, nós estávamos tentando falar coisa com coisa, não tendo muito sucesso. O Cebolla, que eu até hoje falo que estava pior do que eu e o Nathan juntos, pediu uma caipirinha [ lembre-se do Smirnoff]. Saímos andando e bebendo, trocando pernas, de volta pra casa [república].
Daí tive uma brilhante idéia. Um amigo meu me contou que tinha um bar no caminhoque íamos passar que vendia cerveja importada. Vamos passar lá? Vamos passar lá sim, vamos lá. Chegando lá, Cebolla quase torto, pegamos o cardápio e escolhemos cada um sua cerveja. Eu e Nathan, Stella Artois ( não sei se o nome tá certo, procura no google), e o Cebolla, Budweiser. Nisso que o Cebolla escolheu sua cerveja, olha pro lado e vê uma mesa com frios. Salaminhos, ovos de codorna, presunto, mussarela e tudo mais. Vira pro garçom e pergunta:
-Como que é o esquema da parada aqui?
Garçom diz: -É só pegar.
Quando o garçom disse isso, Cebolla não pensou duas vezes e foi pra dentro da mesa de frios. Comeu presuntinho, comeu salaminho e ainda carrega o amigo (Nathan) para o erro.
-Chega aí Nathan, prova isso aqui. Po, essa parada aqui é gostosona.
Nisso eu estava pagando as cervejas. Quando estava no caixa, o cara que está me atendendo fala alto:
-O rapaz! Ei. Você! Isso daí é pesado. Você coloca no prato e pesa na balança.
Cebolla diz:
-Ué, o cara aqui falou que podia pegar.
O cara do caixa continua falando que ele tinha que pegar e pesar. Eu estava no meio do 'tiroteio', tendo que ouvir o cara quase gritando com o Cebolla no meu ouvido. Aí o Cebolla pirou foda e disse:
-Ó. Então pesa aí. Eu comi 3 salaminhos e 2 mussarelas - E tira a carteira do bolso, pra mostrar pro cara que ele tinha dinheiro pra pagar.
O cara do caixa estava quase pulando o balcão pra dar uma porrada nele, e eu no meio falando pro cara: -Po cara, relaxa, ele tá bebado. A gente tava bebendo, dá um desconto aí...
O caixa falou que podia ir, porque ia ser cortesia da casa. Cebolla ficou revoltado.
-Não, po. Pesa aí. Pesa aí que eu pago.
O cara estava tão puto que só queria que a gente saísse dali, e eu querendo rir, não sabendo onde metia a minha cara. Depois disso, saímos rindo do bar, bebendo nossas cervejas, e rindo sobre o que tinha acontecido.
Quando chegamos no apartamento, ligamos o computador e botamos uma música alta [4:30 da manhã e música alta]. Eu ia dormir na casa deles, porque estava bebado demais pra ir pra casa. Estávamos conversando, eu e Nathan, no quarto número 2, e Cebolla falou que ia deitar. Estávamos vendo fotos alheias no orkut, quando vimos um vulto passando pela gente e indo pro banheiro. Contamos até 3 e ouvimos alguém chamando o Raul! Até hoje Cebolla fala que não estava passando mal, mas ele vomitou o banheiro todo.
No outro dia, acordamos na ressaca do capeta. Mas nos divertimos demais na nossa primeira saída.
P.s.: Se eu esqueci de comentar alguma coisa aqui, é só vir e comentar. =D
Bom dia, boa tarde e boa noite, pessoas. Esse é o blog que estava querendo fazer já há algum tempo, então agora, finalmente, saiu. Aqui postaremos ( sim, postaremos, porque não será somente eu, aqui, falando merda nessa bagaça) algumas histórias que aconteceram com a gente, mas em relação as nossas segundas vidas, as nossas vidas alcoolicas. Todas as nossas histórias sobre biritas em festas, as vezes até mesmo histórias repetidas contadas de pontos de vistas diferentes (pessoas bebadas e pessoas sóbrias). Contaremos histórias que aconteceram, e planos de merda para o futuro. Então, logo começaremos a postar. Aguardem(te) e esperem para boas risadas com as desgraças alheias.
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